quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Jornada de Cal Rasen - Capítulo 5 - Mudando de Ideia

Abertura: The Noose – The Offspring




1.5 – Mudando de Ideia



– ...Então. O que faremos com o cara?

A voz vinha de um dos homens da Rekenber que havia vindo apanhar Cal quando o encontrou inconsciente. Para eles, parecia uma oportunidade dourada de recapturar o Cavaleiro. Eram quatro homens, um deles um cientista. O cientista que acompanhava os três soldados era o mesmo que havia tentado recrutar Cal em Juno.

– A Legião rompeu a parte deles do acordo. Estão com a garota, o que já é ruim o bastante. – Disse o cientista. – Vamos levar o Cavaleiro daqui e interrogá-lo sobre o que ele já sabe sobre o projeto de Spikier.

Um dos soldados obedeceu sem dizer nada. Se aproximou de Cal, crendo que não seria problema transportar um homem inconsciente. Mas no momento em que encostou seu braço direito no peito de Cal, ele instantaneamente abriu seus olhos, fitando o homem como se estivesse pronto para matá-lo.

O soldado, assustado, reagiu ao tentar puxar um bastão de choque e rapidamente levá-lo contra o peito de Cal. Mal sabia que estava cometendo um grave erro, o que o cientista não teve tempo de avisar quando havia finalmente se virado com os outros dois soldados para ver o que estava acontecendo. Cal havia agarrado o braço com o bastão de choque e forçado o bastão contra seu próprio peito, recebendo a descarga elétrica com um sorriso sarcástico no rosto.

– Parabéns, herói, conseguiu me dar o meu equivalente de café. – Disse Cal no segundo anterior ao que ele prontamente disparou um Trovão de Júpiter com o braço esquerdo contra o peito do soldado, lançando ele para o alto com o ataque. E com os dois braços forçando contra o chão, Cal se lançou do piso e estava novamente de pé, encarando os três que ainda estavam de pé enquanto o primeiro chegava ao chão inconsciente.

Cal prontamente reconheceu o cientista como aquele que estava “tentando ajudar Noah”. Não demorou muito pra juntar dois e dois. – Então, quando ia contar pro Noah que seus planos não batiam com os dele?

– Eu não ia. – Respondeu o cientista antes de sinalizar com a mão direita para que os dois soldados a seu lado se mexessem. Os dois imediatamente sacaram submetralhadoras e as apontaram para o Cavaleiro, que permanecia no lugar, mantendo o olhar furioso.

– Então o jogo era levar a garota, eu como bônus, talvez, e aí você recebia um aumento de salário ou uma promoção do CEO. Genial. Realmente, genial mesmo. – Reagiu Cal, mantendo um tom calmo, porém sarcástico.

Cal permaneceu encarando o trio até que os dois soldados decidiram tentar avançar. Apenas decidiram. O cientista rapidamente notou o soldado da direita levando um corte nas costas de uma imensa espada, com o da esquerda se apavorando e imediatamente descarregando o pente da submetralhadora no que quer que tivesse acertado seu parceiro. Cal, por sua vez, assistia confuso ao espetáculo enquanto o segundo soldado era pego em um agarrão de gravata e imediatamente jogado no chão para receber um soco na cara e acabar igualmente fora de comissão.

– Fique parado aí, doutor, ou eu trato de decapitar você. – Disse o homem de dreadlocks ruivos, que Cal facilmente reconheceu como Palace Atros.

Normalmente Cal ficaria agradecido por receber reforços, mas ele sabia de onde os reforços estavam vindo. Ele se limitou a fazer uma questão ao Legionário. – Você não precisava me ajudar se for pra me matar depois.

Ainda com a Zanbatô apontada para a garganta do cientista, Palace se deu ao luxo de se virar para Cal. – Pois é, mas meu irmão perdeu o que havia sobrado de juízo nele, a Legião nunca teve gente das melhores cabeças na cadeia de comando, e você parece o único aqui que não incluiu nos planos a ideia de transformar a menina numa bomba atômica.

– Más notícias pra você, eu ia matar ela. – Respondeu Cal sem pestanejar, deixando Palace confuso.

– ...O que?

– Eu ia, não vou mais. Não pareceu certo quando chegou a hora. Uma pena, esse cara ia ficar com a maior cara de choro se chegasse e só tivesse um cadáver aqui. – Respondeu Cal, para o desgosto do cientista.

– E por sua causa, agora a Legião tem um protótipo com poderes mágicos enormes? – Indagou o cientista, incrédulo. – Eu preferiria que você a tivesse matado!

Cal já estava andando na direção do cientista. – Pois é, mas eu não matei ela, né? Agora eu posso começar a me preocupar em fazer a coisa certa ao invés de apenas pensar em cagar o cenário todo pra todo mundo como vocês da Corporação gostam de fazer.

Ver a assustada Irma naquele estado havia deixado uma certa clareza de mente em Cal. De fato, matar a garota teria instantaneamente resolvido a situação, deixando a Rekenber, a Legião e até mesmo Kiehl, o residente da Fábrica, sem nada. Mas será que o custo de matar uma criança, mesmo artificial, valia a pena? Para Cal, não era mais a resposta. De certo ponto, ele finalmente entendia porque Noah de todas as pessoas chamou ele para fazer aquilo quando ele poderia ter chamado qualquer um na Corporação.

– Como extra… – Palace adicionava – ...Eu soube que vocês queriam um da Legião pra estudar. Eu por acaso encaixava nos planos ou só valia pra Vera?

Vera era um nome familiar a Cal, facilmente associado com a acompanhante de Valna na ocasião. – Agora que mencionou, tinha uma rapariga com esse nome acompanhando seu irmão.

– O plano era a garota, mas você ia servir, eu admito. – Respondeu o cientista, antes de Cal imediatamente aparecer do lado dele, acertando um forte cruzado de direita em seu rosto e o nocauteando.

Palace apenas assistia enquanto Cal começava a revirar o cientista de dentro para fora. O Cavaleiro achou um PDA, que era usado para passar informações para a Corporação, não diferente de um que ele havia visto no ano anterior nas mãos de Lucario Moonlevar, um dos cientistas mais aclamados da Corporação. Cal prontamente colocou o PDA em seu bolso, esperando obter informações do aparelho no futuro. Também examinou a identificação do homem num crachá escondido dentro do paletó. – Doutor Lance Armeyer. Nome de bundão.

– Você vai precisar de ajuda para chegar na garota a tempo se ainda quiser salvá-la. – Disse Palace, finalmente chamando a atenção de Cal.

– Olha… – Cal se levantou e se virou para Palace – ...Eu agradeço você ter salvado meu couro e tudo, mas eu ainda preciso de uma razão decente pra eu confiar no que você tá dizendo e saber que eu não tou sendo levado pra outra armadilha.

Palace deu um sorriso sarcástico. – Justo. É o que se ganha por entrar num grupo de lunáticos com o irmão pra vingar a morte dos pais e depois apenas vai seguindo a onda.

A resposta de Palace foi o bastante para que Cal resolvesse continuar a conversa. – Eles pretendem iniciar a Irma, não é? Essência de MVP e coisa assim.

Essa era a forma de entrar na Legião. Quando alguém se tornava um membro, ele recebia a essência de um MVP condizente com sua personalidade ou suas habilidades. Não era sempre o caso, como Palace sabia sobre Vera, ou sobre Omni Ferus.

– Iniciação à força. Dimitri pretende forçar a essência do MVP para dentro dela. E com o poder mágico que ela tem, é capaz de que o Dimitri consiga uma coisinha que ele tem procurado: a Forma Perfeita de um Legionário. – Respondeu Palace.

– Forma Perfeita?

– As transformações que você nos vê executando são conhecidas como Forma Máxima. Somos nós canalizando o monstro dentro de nós mesmos. Mas a Forma Perfeita… Dimitri acredita ser possível iniciar uma transformação que transcenda tanto o poder humano quanto o poder de um MVP comum. – Explicou Palace para Cal, que estava processando a nova informação.

– Ah, então ele quer um Morroc em miniatura. Bate com a sua descrição de bomba atômica. – Respondeu o Cavaleiro, sarcasticamente. – Então, onde ele vai fazer isso?

– Portus Luna, a fronteira entre Schwarzvald e Arunafeltz. – Respondeu Palace, calmamente, enquanto Cal ficava exasperado.

– ...Um segundinho aqui. Você disse Portus Luna? – Palace parecia entender bem o que Cal queria dizer com aquilo. – Tá me dizendo que o seu irmão e a secretária dele levaram a menina pra uns duzentos e cinquenta quilômetros a oeste daqui? Quanto tempo eu estive dormindo?

– Duas horas, se eu não me engano. – Respondeu Palace. – E eu tenho um ponto de retorno em Lighthalzen, se estiver na dúvida. Vai ter que vir comigo se quiser impedir Dimitri.

– Fantástico. – Reagiu Cal, ainda mantendo o tom sarcástico e olhando para o primeiro soldado, que ele havia nocauteado e agora estava acordando. – Pelo menos eu levei o palmtop do Senhor Armeyer comigo e o cara leva o prêmio de consolação de sair daqui sem ser retalhado pelas crianças transformadas do Kiehl.

Palace pegou uma Asa de Borboleta do bolso e Cal prontamente colocou a mão no ombro dele, esperando ser transportado junto com o Legionário desertor. – Dia fantástico. Honestamente.

O soldado teve o tempo apenas de assistir Palace, sem dizer uma palavra, esmagar a Asa de Borboleta na mão direita e se transportar junto com Cal para Lighthalzen. Agora, no recinto, estavam apenas ele, seus dois parceiros, um deles com um ferimento nas costas, e o Dr. Armeyer, ainda inconsciente do soco de Cal. Ele poderia chamar reforços, mas relatar a derrota humilhante para aquele que eles passaram a chamar de Blitzritter iria criar mais problemas. Se limitou a acordar o outro soldado saudável e se preparar para sair da Fábrica de Robôs o mais rápido possível.

Enquanto isso, Cal e Palace já estavam na saída norte de Lighthalzen e se preparavam para correr o mais rápido possível para o norte, em direção a Portus Luna, a fronteira entre Schwarzvald e Arunafeltz.


Portus Luna, 4 de Abril de 1009, 17:35.

Valna e Vera não demoraram a alcançar a fronteira entre Schwarzvald e Arunafeltz. Irma, por sua vez, permanecia catatônica, carregada por Valna.

O homem ruivo, alto, trajando uma armadura prateada leve, aguardava os dois próximo a uma capela solitária na área. Imediatamente reconheceu seus subordinados quando eles chegaram e notou que apenas dois deles vieram.

– Vocês dois discutiram o relacionamento de novo? – Indagou o ruivo, que aparentava ser bem mais velho do que Valna.

– Então, Dimitri. Palace se voltou contra a Legião. – Respondeu Valna. – Já dei cabo dele, não precisa se preocupar.

Aquele era Dimitri Markolevich, um dos superiores da Legião e portador da essência do Detardeurus. Era ele quem fazia a maior parte do trabalho sujo de Edith Stein, especialmente no que tangia a cuidar de seus inimigos, em especial a Ordem do Trovão, mesmo que ele jamais tivesse mostrado sua cara para o clã de Cal Rasen.

E Dimitri não estava feliz em seguir as ordens cada vez mais preguiçosas de Edith. Ou em ouvir a resposta sem resposta de Valna. – …Você deu cabo dele? Então me diga, se matou seu irmão, onde está o corpo dele?

Valna largou Irma no chão com uma expressão de quem percebeu que havia acabado de fazer uma idiotice. Vera apenas deu um sorriso sarcástico e assistiu quietamente enquanto Dimiti olhava furioso para seu subordinado.

– Você não é o tipo de desleixar moralmente, mas também não é uma pessoa inteligente como seu irmão, não é, Valna Atros? – O tom de voz de Dimitri se tornou ameaçador. – Porque o que eu vejo aqui é um idiota sortudo o bastante de ao menos ter me trazido o objetivo principal da operação!

– Bem que eu questionei sobre deixar ele e Rasen vivos. – Disse Vera, propositadamente tentando piorar a situação de Valna e causando Dimitri a lançar um olhar ainda mais furioso agora que sabia que Valna havia deixado o líder da Ordem do Trovão viver.

– Não vem com essa! – Reagiu Palace prontamente a Vera. – Mesmo se Rasen vier até aqui com a armada dele, não vai ser a primeira vez que a Legião leva a melhor sobre a turminha dele! Além disso, duvido que ele consiga chegar a tempo de impedir esse pedaço de carne artificial de se tornar uma de nós.

O corpo de Irma finalmente reagiu quando ouviu Valna citá-la. Ela havia passado a prestar atenção na conversa.

– O que ela tem de tão especial pra você, Dimitri? – Indagou Valna. – Porque precisou de três Legionários só por um protótipo?

– Eu já falei o que esse protótipo tem. – Dimitri respondeu, ainda mantendo o tom ameaçador. – Mas não vai ser para colocar ela no nosso grupo habitual. Depois de uma boa lavagem cerebral, ela será tão eficiente quanto eu sou.

– Ah claro, porque a novata possui poder mágico ilimitado digno de Leonard Belmont e o caralho. – Valna sabia da situação em que estava, mas não conseguia deixar de fazer escárnio da situação toda.

– Além de dois pontos de vantagem. – Dimitri manteve seu tom. – O primeiro, é que ela não vai ter um surto psicótico como, digamos, Omni Ferus. O segundo é que não tem como uma alma sem memórias da vida anterior se importar com mais uma lavagem cerebral. Já fizeram bastante disso nela quando colocaram o cérebro positrônico.

Dimitri parecia entender perfeitamente do que estava falando. Irma ouvia aquilo, ainda segurando seu corpo na posição mais imóvel possível, mas quanto mais ouvia, mais queria colocar seu corpo em posição fetal e simplesmente começar a chorar.

– Se pudermos fazer com outros o que pretendemos fazer com ela, vamos dizer que o futuro da humanidade está totalmente garantido. – Continuou Dimitri, mantendo seus pensamentos para si mesmo enquanto o tom de voz diminuía. Para ele, a menina tinha outra utilidade. Ele queria ver até onde o poder de um Legionário poderia ir e o que ele poderia fazer com esse poder. Era a forma dele de avançar seus próprios planos.

Vera olhou para Irma por um instante e havia percebido que algo estava errado. O olhar da menina não parecia mais estar na direção do infinito. Agora parecia um olhar de pavor máximo. Vera prontamente virou seu olhar para Dimitri, tentando processar o que ele disse e tentando entender como realizar lavagem cerebral e colocar a menina no que Dimitri tratava como “o topo da cadeia alimentar” iria trazer evolução para a humanidade. Dimitri não deixou de reparar nisso.

– E mesmo com inteligência, você parece ter problemas para processar a coisa toda, Abelha Rainha. – Dimitri referiu-se a Vera como a MVP que ela tinha em si. – Talvez esteja tendo problemas para se adaptar ainda? Acontece quando você decide pensar que sua liberdade é uma boa ficha para apostas.

– Bem que o Palace disse que nem todo mundo entrava por vontade própria no seu chiqueiro.

A voz que citou tal frase não era de Vera ou Valna. Dimitri imediatamente olhou para a direita, onde viu duas pessoas se aproximando do grupo. Vera levantou um sorriso como quem tinha acabado de ouvir uma piada e rapidamente olhou para Valna, se referindo a um de seus últimos comentários. – Você. Roga. Muita. Praga.

– E pra Vera, fica aviso que a Edith planejava dar fim em você. Palace mesmo me contou que o Dimitri só quer saber da sua bunda mesmo. – Cal continuou caminhando, mantendo o escárnio em direção a seus oponentes enquanto Palace mantinha-se quieto, fixando seu olhar em Valna. Dimitri olhou para este como se desejasse imediatamente estar na posição para acabar com sua raça, mas decidiu se focar em Rasen e no novo desertor, Palace. Valna apenas se resignou, frustrado e furioso, a apenas esperar por ordens de avançar para cima dos dois.

– Devia ter nos matado quando teve a chance, Valna. – Completou Palace. – Ou não, já que eu vou acordar pelado em algum lugar da Savana de Ida depois de algumas horas, de qualquer jeito.

Dimitri mantinha o olhar incandescente de ira divina em direção a Cal e Palace e então proferiu suas palavras a Valna. – Você quer se redimir da besteira enorme que acabou de cometer? Então eu sugiro que você me traga a cabeça do Rasen e de seu irmão para ONTEM!!!

Valna grunhiu em frustração, mas sacou sua espada, pronto para mais uma luta. Dimitri continuou, aparentemente já tendo percebido que a cabeça de Irma estava voltando ao lugar depois do choque inicial. – E eu quero a Abelha Rainha fora disso. Você está encarregada de manter a menininha traumatizada no lugar.

Palace, por sua vez, sabia exatamente o que fazer. – Rasen, consegue aguentar o Dimitri por uns minutos enquanto eu espanco o meu irmão pra tentar botar juízo nele?

– Já apanhei do Omni Ferus, já apanhei do Morroc, já levei uma espadada gigante no ombro esquerdo do qual eu nem devia ter saído vivo, o que é apanhar do segundo em comando da Legião? – Respondeu Cal, humorosamente. – Pelo menos vai ser legal me entrosar com Dimitri Markolevich em pessoa e saber mais sobre o dia em que ele massacrou a família do Velho Eisenheim.

– Ah, você e Alexander se conhecem. Bom ter me lembrado. – Dimitri já havia sido amigo de Alexander Eisenheim II, o líder da Organização VII, décadas antes. Dimitri foi o responsável por trair Eisenheim para a Legião e massacrar o clã de seu então amigo, levando Eisenheim a juntar os cacos e erguer a atual Organização VII.

– Então. Dimitri, né? Eu tenho uma lista de contas pra acertar com você, começando pelo que você fez no Johan ano passado e terminando na menininha que eu vim salvar aqui. – Cal sacou uma Claymore que havia pego do armazém em Lighthalzen, uma vez que havia esquecido a anterior na Fábrica de Robôs na pressa. E então se posicionou para combate, enquanto Palace ia na direção de seu irmão. – Dimitri Markolevich. Nome maneiro pra um Moscoviano.

– Não é ótimo? – A expressão furiosa de Dimitri mudou para uma maníaca e ele abriu os braços como quem esperava um abraço – Vai poder lembrar meu nome quando chegar no Valhalla.

– Desculpa, eu não tou no plano de morrer hoje. – Respondeu Cal, ao passo em que Dimitri finalmente começava a vir em sua direção.


Ao mesmo tempo, Valna finalmente avançava contra seu irmão Palace, iniciando a luta dos Irmãos Atros. Vera e Irma agora estavam assistindo um confronto duplo. Para Vera, era um choque de ideais no qual ela estava finalmente prestando total atenção.

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Agora estamos nos aproximando do clímax do Livro 1 da Jornada de Cal Rasen. Mais mudanças no tom da fic, conversas mais fluídas, reações mais humanas. Desculpa o atraso dessa aqui, eu ando meio focado em mexer com Blazing Souls também, mas eu ainda tou mexendo com coisa de fic, e bastante.

Nenhum comentário:

Postar um comentário